sábado, janeiro 26, 2008



sophia de mello breyner andresen, o teu rosto (1958)

13 Comments:

Anonymous Anónimo said...

é sempre o 'teu' nome que procuramos.
várias vezes atravessamos o deserto;
várias vezes mergulhamos verticalmente na noite;
várias vezes caímos de pé.
todas as vezes necessárias.
é sempre o 'teu' nome que procuramos.

flores,
gi.

http://floresdeinverno.blogspot.com

1/27/2008 3:22 da tarde  
Blogger raquel said...

uau! este post está lindissimo.

1/28/2008 6:58 da tarde  
Blogger nuno said...

se os teus regressos forem sempre assim, sim, podes estar algum tempo ausente...

1/28/2008 10:16 da tarde  
Blogger menina limão said...

ouch! ouch ouch ouch ouch. eu sei que a repetição esgota o sentido das palavras, mas não há como não expulsá-las da boca para o papel.

que foto espantosa.

1/29/2008 5:16 da manhã  
Blogger aida monteiro said...

é bom regressar aqui.
lindo (como sempre).

abraço:)

1/29/2008 10:03 da tarde  
Blogger bruno said...

muito bom muito
bom. (ana?)

1/30/2008 2:58 da manhã  
Blogger Cátia B. said...

está sublime, perfeito. não tenho palavras :)

2/14/2008 4:38 da tarde  
Blogger r, said...

lindo, lindo, lindo.

2/15/2008 9:28 da tarde  
Blogger lebredoarrozal said...

fiquei pasmada a olhar para a foto. fabulosa:)

2/22/2008 12:07 da manhã  
Blogger homesick.alien said...

amazing photo*

3/05/2008 12:54 da tarde  
Blogger Samuel said...

muito linda esta foto
gosto sempre muito das tuas pics!
um bjs

3/09/2008 11:23 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Esta foto (transmite tanto esta foto) e esta frase conjugam brilhantemente. Fizeram-me lembrar o filme "Alice" do Marco Martins. Alguém que procura desesperadamente um ente querido no meio de uma confusão de rostos. Enfim, qualquer coisa assim. Gostei muito e acho o teu blog raro, distingue-se no meio de tantos outros.

Susana A.

3/15/2008 12:05 da manhã  
Blogger menina tóxica said...

linda linda linda*

3/28/2008 1:21 da manhã  

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